Lê-se um jornal ou uma revista, liga-se a televisão e as tragédias fazem-se saber.
Desta vez, a notícia trágica diz respeito à morte de 20 crianças. Mais homicídios, mais um ser humano a ser cruel... Novidade? Não. Nada de novo.
Que essas crianças que tinham uma vida inteira pela frente, descansem em paz (se bem que se fosse comigo, estaria do outro lado à espera que se fizesse justiça e que o responsável por todo o sofrimento pagasse bem caro). Não que isso vá trazer as crianças de volta e apague a dor de quem as perdeu, mas pode ser que, se a justiça for feita, menos coisas como estas venham a acontecer... Se a justiça fosse sempre conseguida, muitas tragédias não aconteceriam, porque os responsáveis não teriam liberdade para tal...
A essas pessoas que gostam de fazer sofrer os outros e não conhecem o bem, o meu mais sincero sentimento de nojo! E mesmo assim acho pouco para o que vocês mostram ser!
Oceano das Palavras
sábado, 15 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Darker days
Alguma vez se sentiram sós mesmo estando numa multidão?
Alguma vez estiveram com alguém que falava convosco, mas a vossa mente estava a milhas de distância?
Ás vezes, estamos num dado momento e, embora o nosso corpo esteja ali, presente, o resto de nós está algures perdido em más memórias. Tentamos afastar os medos, a tristeza, a dor, a lembrança de que, um dia, os nossos sonhos foram destruídos, mas a vida... a vida encarrega-se de nos fazer lembrar daquilo que queremos esquecer.
We all have darker days
The sun faded away...
Alguma vez estiveram com alguém que falava convosco, mas a vossa mente estava a milhas de distância?
Ás vezes, estamos num dado momento e, embora o nosso corpo esteja ali, presente, o resto de nós está algures perdido em más memórias. Tentamos afastar os medos, a tristeza, a dor, a lembrança de que, um dia, os nossos sonhos foram destruídos, mas a vida... a vida encarrega-se de nos fazer lembrar daquilo que queremos esquecer.
We all have darker days
The sun faded away...
domingo, 9 de dezembro de 2012
" Olha nem imaginas o que eu descobri... "
O último texto que escrevi abordava a crueldade do ser humano. Desta vez, a temática que escolhi tratar ainda está relacionada com o tipo de pessoas que nos rodeiam, mas numa perspetiva totalmente diferente: o facto de haver certas e determinadas pessoas cujo maior interesse é o de se meterem na vida das restantes pessoas.
Ora, acho, então, que há 2 categorias distintas de pessoas: na 1ª categoria temos as pessoas que respeitam outras e sabem ouvir, não " indo pôr no cú " das outras pessoas tudo o que ouvem (peço desculpa pela expressão usada, mas não sou pessoa de rodeios); na 2ª categoria temos as pessoas que ouvem o que lhes é dito, mas logo de seguida têm que ir contar à freguesia toda. Porque é que isto acontece? Porque o ser humano é coscuvilheiro. É preferível falar da vida dos outros a dar a entender a nossa. Da mesma forma como é sempre mais fácil apontar o dedo aos outros que a nós mesmos.
Porque decidi abordar este assunto? Porque há coisas na vida tão revoltantes e pessoas tão irritantes que, se não as posso mudar, só me resta escrever sobre elas. Escrever permite-me sentir um pouquito melhor e deitar cá para fora tudo o que tenho aqui dentro.
Ora, acho, então, que há 2 categorias distintas de pessoas: na 1ª categoria temos as pessoas que respeitam outras e sabem ouvir, não " indo pôr no cú " das outras pessoas tudo o que ouvem (peço desculpa pela expressão usada, mas não sou pessoa de rodeios); na 2ª categoria temos as pessoas que ouvem o que lhes é dito, mas logo de seguida têm que ir contar à freguesia toda. Porque é que isto acontece? Porque o ser humano é coscuvilheiro. É preferível falar da vida dos outros a dar a entender a nossa. Da mesma forma como é sempre mais fácil apontar o dedo aos outros que a nós mesmos.
Porque decidi abordar este assunto? Porque há coisas na vida tão revoltantes e pessoas tão irritantes que, se não as posso mudar, só me resta escrever sobre elas. Escrever permite-me sentir um pouquito melhor e deitar cá para fora tudo o que tenho aqui dentro.
domingo, 18 de novembro de 2012
Mundo virado do avesso
Quando olho à minha volta, fico triste com o que ouço e vejo...
Para quê tanta maldade no mundo? Crianças que são raptadas e violadas, mulheres que são igualmente violadas porque há homens que pensam que estas não passam de seres carnais, pessoas vítimas de torturas emocionais...
Se somos todos seres humanos, então, como é possível que um ser humano possa nada valer? Como é possível haver pessoas que não pensam no seguinte ditado: " Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti? "
Mas de que serve colocar estas questões? Só há uma certeza: mal haverá sempre! Só me custa saber que há pessoas que têm, de facto, prazer em provocar o mal e magoar outrem, porque se são seres racionais (e é essa racionalidade que nos distingue dos animais), então, como é possivel haver animais que valem muito mais que pessoas? O mundo está virado do avesso!
Para quê tanta maldade no mundo? Crianças que são raptadas e violadas, mulheres que são igualmente violadas porque há homens que pensam que estas não passam de seres carnais, pessoas vítimas de torturas emocionais...
Se somos todos seres humanos, então, como é possível que um ser humano possa nada valer? Como é possível haver pessoas que não pensam no seguinte ditado: " Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti? "
Mas de que serve colocar estas questões? Só há uma certeza: mal haverá sempre! Só me custa saber que há pessoas que têm, de facto, prazer em provocar o mal e magoar outrem, porque se são seres racionais (e é essa racionalidade que nos distingue dos animais), então, como é possivel haver animais que valem muito mais que pessoas? O mundo está virado do avesso!
sábado, 11 de agosto de 2012
Mudanças
Alguns meses passaram e mais nada escrevi…
Falta de inspiração? Não creio. Apenas há coisas que surgem na nossa vida que ocupam de tal forma todo o nosso tempo que, inevitavelmente, acabamos por deixar outras coisas de parte. Foi o caso da escrita.
Mas agora que estou mais livre do que nunca, volto a um dos meus hábitos: a escrita.
Encontro-me livre, pois acabei o meu curso pós-licenciatura e finalmente posso dizer que já não sou estudante. Contudo, não posso dizer que esteja totalmente feliz por já não ser estudante. Em parte estou, mas por outro lado, vai chegar agora uma outra fase da minha vida (senão mais complicada até): arranjar um emprego na área. Confesso que estou receosa, pois todos sabemos como funcionam as coisas em Portugal. Mas agora quero relaxar (já que estou de férias) e em Setembro começo a mandar currículos para empresas de produção de eventos.
Mudanças: inevitáveis, mas nunca deixando de ser assustadoras.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Expectativas não?
Cada vez mais me apercebo de que quanto maior forem as expectativas de alguém face a algo, maior é a desilusão. Não será, então, preferível não ter qualquer expectativa? Se não nos importarmos com o que quer que seja, também não sofremos. Mais vale ser-se indiferente. Às vezes, chego a essa conclusão. Por outro lado, se nos mostramos indiferentes, podemos não conhecer coisas que até poderiam ser boas. Se eu fosse indiferente relativamente à leitura, por exemplo, não tinha a cultura geral que até tenho e não conhecia bons livros escritos por bons autores. Um exemplo simples como este enfatiza a ideia de que a indiferença não será também a melhor via a seguir. Então, que fazer? Já esperei tanto de tantas pessoas que nada me deram, já me preocupei demasiado com pessoas que pelos vistos não valiam o esforço, já ajudei pessoas que mais tarde me viraram as costas, já perdoei quem não merecia… De que valeu? De nada! Por isso, expectativas para quê quando, muitas vezes, são estas que mais fazem sofrer? Mas se não podemos ter expectativas para não sofrermos, então de que vale viver se não esperarmos por algo de que gostamos, se não tivermos, de facto, expectativa relativamente a algo ou alguém?
Mais uma vez, a vida prega-me uma partida: a sua antagónica maneira de ser já não é novidade para mim! Não obtenho qualquer resposta, mais uma vez. Vou-me limitar a viver, com ou sem expectativas, depende das circunstâncias, conforme o meu estado de espírito quiser. Conclusão: não cheguei a conclusão alguma!
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