sábado, 15 de dezembro de 2012

Tragédias

Lê-se um jornal ou uma revista, liga-se a televisão e as tragédias fazem-se saber.
Desta vez, a notícia trágica diz respeito à morte de 20 crianças. Mais homicídios, mais um ser humano a ser cruel... Novidade? Não. Nada de novo.
Que essas crianças que tinham uma vida inteira pela frente, descansem em paz (se bem que se fosse comigo, estaria do outro lado à espera que se fizesse justiça e que o responsável por todo o sofrimento pagasse bem caro).  Não que isso vá trazer as crianças de volta e apague a dor de quem as perdeu, mas pode ser que, se a justiça for feita, menos coisas como estas venham a acontecer... Se a justiça fosse sempre conseguida, muitas tragédias não aconteceriam, porque os responsáveis não teriam liberdade para tal... 
A essas pessoas que gostam de fazer sofrer os outros e não conhecem o bem, o meu mais sincero sentimento de nojo! E mesmo assim acho pouco para o que vocês mostram ser!


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Darker days

Alguma vez se sentiram sós mesmo estando numa multidão? 
Alguma vez estiveram com alguém que falava convosco, mas a vossa mente estava a milhas de distância?
Ás vezes, estamos num dado momento e, embora o nosso corpo esteja ali, presente, o resto de nós está algures perdido em más memórias. Tentamos afastar os medos, a tristeza, a dor, a lembrança de que, um dia, os nossos sonhos foram destruídos, mas a vida... a vida encarrega-se de nos fazer lembrar daquilo que queremos esquecer.

We all have darker days
The sun faded away...

domingo, 9 de dezembro de 2012

" Olha nem imaginas o que eu descobri... "

O último texto que escrevi abordava a crueldade do ser humano. Desta vez, a temática que escolhi tratar ainda está relacionada com o tipo de pessoas que nos rodeiam, mas numa perspetiva totalmente diferente: o facto de haver certas e determinadas pessoas cujo maior interesse é o de se meterem na vida das restantes pessoas.
Ora, acho, então, que há 2 categorias distintas de pessoas: na 1ª categoria temos as pessoas que respeitam outras e sabem ouvir, não " indo pôr no cú " das outras pessoas tudo o que ouvem (peço desculpa pela expressão usada, mas não sou pessoa de rodeios); na 2ª categoria temos as pessoas que ouvem o que lhes é dito, mas logo de seguida têm que ir contar à freguesia toda. Porque é que isto acontece? Porque o ser humano é coscuvilheiro. É preferível falar da vida dos outros a dar a entender a nossa. Da mesma forma como é sempre mais fácil apontar o dedo aos outros que a nós mesmos.
Porque decidi abordar este assunto? Porque há coisas na vida tão revoltantes e pessoas tão irritantes que, se não as posso mudar, só me resta escrever sobre elas. Escrever permite-me sentir um pouquito melhor e deitar cá para fora tudo o que tenho aqui dentro.